6 Comments

  1. Lucas Mendes
    22 de janeiro de 2026 @ 16:41

    Artigo muito pertinente! Essa incerteza sobre o ISS na locação com a reforma tributária é preocupante. Obrigado por trazerem o tema à tona.

    Reply

    • Portal Web
      22 de janeiro de 2026 @ 16:49

      Olá, Lucas! Ficamos felizes que o conteúdo tenha sido útil para você. Esse é um dos temas mais sensíveis da Reforma e nossa missão é justamente desmistificar essas incertezas para que as empresas não sejam pegas de surpresa. Continue acompanhando nosso blog para mais atualizações sobre o tema!

      Reply

  2. Carol França
    22 de janeiro de 2026 @ 16:43

    Excelente análise sobre o ISS e a locação na Reforma Tributária. A falta de clareza sobre o que será considerado “serviço” no novo modelo de IVA é realmente um ponto crítico, especialmente para empresas que dependem de contratos de locação de bens móveis e imóveis. Como vocês veem a probabilidade de a locação ser enquadrada como serviço e qual seria o impacto prático nas alíquotas?

    Reply

    • Portal Web
      22 de janeiro de 2026 @ 16:48

      Excelente pergunta, Carol! A probabilidade de a locação ser tributada é alta, pois o novo modelo (IBS/CBS) mira no licenciamento e na cessão de direitos, não apenas em serviços tradicionais. O impacto prático seria a substituição de uma alíquota zero (ou baixa) de ISS por uma alíquota cheia do IVA (estimada em torno de 26% a 28%). No entanto, a grande virada será a possibilidade de as empresas tomadoras desses serviços abaterem esse valor como crédito. Para o consumidor final, o custo tende a subir, mas na cadeia entre empresas (B2B), o efeito pode ser neutralizado.

      Reply

  3. Roberto Almeida Jr.
    22 de janeiro de 2026 @ 16:44

    Parabéns pelo artigo! Abordar a questão do ISS e da locação na Reforma Tributária é crucial e, infelizmente, pouco discutido em profundidade. A distinção entre “obrigação de dar” e “obrigação de fazer” sempre foi um divisor de águas para a incidência do ISS, e a possibilidade de o novo IVA (CBS/IBS) ignorar essa nuance é um alerta sério. Isso poderia gerar um aumento considerável na carga tributária para setores como o imobiliário e de locação de equipamentos, afetando diretamente os custos de empresas e, consequentemente, os consumidores. Vocês têm alguma expectativa sobre a linha que o legislador pode seguir ou quais são os próximos passos para que as empresas possam se preparar para essa potencial mudança?

    Reply

    • Portal Web
      22 de janeiro de 2026 @ 16:48

      “Muito obrigado pelo feedback! Você tocou no ponto central: a transição do conceito clássico de ‘obrigação de fazer’ para o conceito de ‘consumo de bens e direitos’ no IVA. Nossa expectativa é que o legislador tente ampliar a base de incidência o máximo possível, o que exige das empresas um planejamento tributário preventivo. O próximo passo crucial é acompanhar a regulamentação das leis complementares. Estamos de olho para orientar nossos clientes sobre como essa nova carga pode ser mitigada via créditos tributários, algo que o ISS atual não permite tão bem.”

      Reply

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *